4 de setembro de 2016

Das lembranças... E do novo que se apresenta


Acabou. Faz um tempo que já acabou tudo entre nós. Não tô falando daquele dia específico, pois sabemos que esse foi um fim construído. Foi acabando aos poucos com atitudes até ser dita a palavra... Fim! 

Não tô relembrando isso hoje porque aquele sentimento bonito voltou. É importante deixar claro: também não está voltando. Ele se transformou: hoje é só poesia. Por exemplo: "Coração quando não é alimentado para de pulsar".  É algo que também não deixa de ser bonito, não é?! 

Para não perder o foco deixa eu explicar: Tenho uma caixa -ainda- guardada, encontrei hoje... Tem poesia dentro dela. Tudo em forma de cartas, presentes, fotos e promessas não cumpridas. Acho que estou escrevendo isso porque espero que alguém me diga o que fazer com ela. Não há rancor, então não posso simplesmente jogá-la no lixo. Não há amor, então não posso continuar guardando. 

E o que há? Gratidão! Ela contém provas de dias felizes e confesso: Não sei desapegar de boas lembranças! O problema é que no imaginário popular isso significaria outra coisa. Além disso, é preciso espaço para o novo, pois o coração voltou a pulsar. 
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